Ibovespa cai com temores sobre crise hídrica e mau humor externo em dia de dados nos EUA; dólar sobe

SÃO PAULO – Após dois dias de alta, o Ibovespa opera em queda na sessão desta quinta-feira (26), seguindo o clima de cautela dos mercados internacionais em dia de indicadores importantes nos Estados Unidos, como o Produto Interno Bruto (PIB) e dados de auxílio desemprego. Enquanto no Brasil, aumentam os temores sobre a crise hídrica e seu impacto na inflação.

O PIB americano cresceu à taxa anualizada de 6,6% no 2º trimestre em relação aos três meses anteriores, de acordo com a segunda estimativa divulgada escritório de estatísticas do BEA (Bureau of Economic Analysis), do Departamento de Comércio do país. A primeira estimativa, divulgada no final de julho, apontava para alta de 6,5%. O resultado ficou levemente abaixo da previsão de alta de 6,7% projetada pelos economistas, segundo dados compilados pela Refinitiv.

Além disso, os investidores seguem à espera da fala de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, no evento de Jackson Hole na próxima sexta-feira (27), bastante aguardada para entender como serão feitas as retiradas de estímulos dos EUA, lembrando que o Fed vem comprando ao menos US$ 120 bilhões em títulos mensalmente, visando reduzir juros de longo prazo e impulsionar o crescimento econômico em reação à pandemia.

Nesta manhã, a presidente da distrital do Fed em Kansas City, Esther George, defendeu que a autoridade monetária inicie em breve a retirada de estímulos, processo conhecido como “tapering”. Em entrevista, a dirigente afirmou que a diminuição do relaxamento quantitativo (QE, na sigla em inglês) deve começar “mais cedo do que mais tarde”, em meio a leituras elevadas de inflação e desequilíbrios no mercado imobiliário residencial dos EUA.

Por aqui, a crise hídrica volta a causar temor entre os investidores. Ontem, durante participação no lançamento da Frente Parlamentar do Empreendedorismo na quarta, o ministro da Economia, Paulo Guedes comentou a alta de preços da energia, ocasionada por conta da crise hídrica, que afeta os reservatórios e leva ao acionamento mais recorrente de termelétricas. Isso encarece o custo da energia.

“Se ano passado que era um caos, nos organizamos e atravessamos, por que vamos ter medo agora? Qual é o problema agora que a energia vai ficar um pouco mais cara porque choveu menos?”, disse Guedes.

De acordo com informações da agência Reuters, o governo brasileiro tem meta de obter redução de 10% na carga total de eletricidade do país com planos de redução voluntária do consumo de energia, em momento em que o país lida para afastar riscos de racionamento. Guedes participa hoje da Expert XP, às 15h30, devendo comentar alguns temas importantes que tem agitado o mercado nas últimas semanas.

Entre os indicadores, atenção para os números do mercado de trabalho com a divulgação do Caged, que mostrou a abertua de 316.580 vagas de trabalho formal em julho, número acima da projeção dos analistas consultados pela Refinitiv, que era de 250 mil postos.

Em julho do ano passado, o país havia criado 137.014 vagas em momento em que o país ainda enfrentava medidas de combate à pandemia de Covid-19. No ano de 2021, o país acumula agora a criação de 1.848.304 empregos com carteira assinada. No mesmo período de 2020, haviam sido fechadas 1.092.578 vagas formais.

Às 10h20 (horário de Brasília), o Ibovespa tinha queda de 0,54%, a 120.160 pontos.

Enquanto isso, o dólar comercial opera em alta de 0,53% a R$ 5,238 na compra e a R$ 5,239 na venda. Já o dólar futuro com vencimento em setembro avança 0,48% a R$ 5,242.

No mercado de juros futuros, o DI para janeiro de 2022 tem alta de dois pontos-base a 6,74%, DI para janeiro de 2023 sobe dois pontos-base a 8,47%, DI para janeiro de 2025 avança dois pontos-base a 9,44% e DI para janeiro de 2027 registra variação positiva de dois pontos-base a 9,80%

Nesta quinta, as bolsas asiáticas tiveram em sua maioria quedas, apesar dos bons resultados nas bolsas americanas nas negociações de overnight. O mercado acionário da China interrompeu três dias de ganhos e fechou em baixa, com as ações de tecnologia recuando após forte recuperação, enquanto a desaceleração induzida pelo governo no mercado imobiliário do país aprofundava as preocupações.

Ainda em destaque, o Banco da Coreia elevou em 0,25 ponto percentual a taxa de juros referenciais, que foi a 0,75% pela primeira vez em quase três anos.

Já na Europa, o índice Stoxx 600, que reúne as ações de 600 empresas de todos os principais setores de 17 países europeus, recua com destaque negativo para ações do setor de viagem e lazer e positiva de ações do setor de mídia. Investidores do continente também se mantêm atentos para o simpósio do Fed.

Na quarta, o economista-chefe do Banco Central Europeu, Philip Lane, afirmou que o impacto econômico da variante Delta de Covid deve ser limitado na Zona do Euro, que continua a caminho de uma recuperação robusta em 2022.

Covid, vacinação e CPI

Na quarta (25), a média móvel de mortes por Covid em 7 dias no Brasil ficou em 718, queda de 19% em comparação com o patamar de 14 dias antes. Em apenas um dia, foram registradas 930 mortes. As informações são do consórcio de veículos de imprensa que sistematiza dados sobre Covid coletados por secretarias de Saúde no Brasil, que divulgou, às 20h, o avanço da pandemia em 24 h.

A média móvel de novos casos em 7 dias foi de 26.691 o que representa queda de 15% em relação ao patamar de 14 dias antes. Em apenas um dia foram registrados 30.047 casos.

Chegou a 126.643.511 o número de pessoas que receberam a primeira dose da vacina contra a Covid no Brasil, o equivalente a 59,81% da população. A segunda dose ou a vacina de dose única foi aplicada em 57.687.624 pessoas, ou 27,24% da população.

Na quarta, o Ministério da Saúde anunciou que a aplicação da terceira dose de reforço contra a Covid-19 começará em âmbito nacional na segunda quinzena de setembro para imunossuprimidos e pessoas com mais de 70 anos.

Mais tarde, em entrevista coletiva, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), fez um anúncio no mesmo sentido, e afirmou que o estado começará a aplicar uma terceira dose de vacina contra Covid-19 em pessoas com mais de 60 anos em 6 de setembro.

Também presente na coletiva, o coordenador do comitê científico que assessora o governo do Estado, Paulo Menezes, disse que os indicadores da pandemia em São Paulo continuam em queda, mas a preocupação com a variante Delta do coronavírus, que tem se mostrado mais transmissível, levou à recomendação, acatada por Doria, de aplicação da terceira dose nos idosos.

Na quarta, falou à CPI da Covid no Senado Roberto Pereira Ramos Júnior, presidente do Fib Bank, atuou como garantidora da Precisa Medicamentos intermediária no Brasil para a negociação para compra da vacina indiana contra Covid-19 Covaxin, desenvolvida pela Bharat Biotech.

Relatório preparado pela equipe do relator da CPI, Renan Calheiros (MDB-AL), aponta contradições no depoimento de Ramos, e destaca que a empresa não se constitui como uma instituição bancária, apesar do nome. Isso contraria exigências da legislação brasileira.

Outra divergência apontada por senadores diz respeito à composição societária da empresa, que teria utilizado ilegalmente o nome de uma pessoa sem a sua autorização.

O cidadão, que teve nome e assinatura fraudados e incluídos em procurações e documentos forjados, só descobriu que era sócio da empresa ao tentar financiar uma moto em 2015, e ter o crédito negado, segundo a CPI. O cidadão também não conseguiu acesso a seguro-desemprego por conta do uso de seu nome pela empresa.

Outro ponto pinçado pelos senadores diz respeito a um possível sócio oculto. As suspeitas recaem sobre o advogado Marcos Tolentino, próximo do líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR). Toletino acompanhou o líder quando prestou depoimento à CPI.

“Atenção: tudo indica à CPI que Marcos Tolentino é o verdadeiro sócio majoritário do Fib Bank, até agora oculto ou ‘laranja’”, diz a síntese preparada pela relatoria da CPI.

Nesta quinta, a CPI ouve José Ricardo Santana, ex-secretário executivo da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, um órgão interministerial cuja secretaria-executiva fica sob a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Ele é apontado como um dos participantes de um jantar em que teria ocorrido um pedido de propina para a compra de vacinas pelo governo federal.

De acordo com Luiz Paulo Dominghetti, policial militar de Minas Gerais e lobista da Davati Medical Supply, o então diretor de logística do Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias, teria pedido em jantar no restaurante Vasto, em Brasília, propina de US$ 1 por dose de vacina para levar adiante a venda de 400 milhões de doses do imunizante desenvolvido pela AstraZeneca.

Segundo os depoimentos colhidos pela CPI até o momento, além de Dias e Dominghetti estavam no jantar o ex-assessor do Ministério da Saúde, tenente-coronel Marcelo Blanco e José Ricardo Santana. Dias confirmou a presença de Santana, ao qual se referiu como um amigo. Tanto dias quanto Blanco negam, no entanto, terem pedido propina ou presenciado um pedido do tipo.

No pedido de convocação de Santana, o relator da CPI da Covid, senador Renan Calheiros (MDB-AL) afirma que o ex-secretário executivo também teria ligação direta com o empresário Emerson Maximiano, seus sócios e empresas. Maximiano é dono da Precisa Medicamentos, envolvida em um outro caso investigado pela CPI, de acordo de compra da vacina Covaxin, desenvolvida pelo laboratório indiano Bharat Biotech.

O acordo de venda de 20 milhões de vacinas assinado em fevereiro pelo Ministério da Saúde tinha o valor mais alto por dose, ao custo de R$ 1,6 bilhão, e foi suspenso após recomendação do Tribunal de Contas da União (TCU).

Precatórios, noticiário político e crise hídrica 

Em participação na quarta na Expert XP, o secretário especial do Tesouro e Orçamento, Bruno Funchal, afirmou que o governo está disposto a rediscutir a proposta de usar um fundo sustentado por ativos da União para antecipar o pagamento de parcelamentos de precatórios fora da regra do teto de gastos.

“O fundo foi uma das principais fontes de ruído”, disse o secretário ao tratar da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios. Ele reiterou que o governo vai encaminhar ao Congresso até o fim deste mês um projeto de lei orçamentária que preverá o pagamento total dos precatórios que vencem no próximo ano, sem a possibilidade de parcelamento.

Leia também: Excluir pagamento de precatórios do teto de gastos seria um desastre, diz ministro do TCU

Caso a PEC ou outra alternativa que minimize os gastos seja aprovada nos próximos meses, o governo encaminhará uma mensagem modificativa com ajustes ao projeto.

Segundo Funchal, para financiar um aumento dos valores do Bolsa Família, o governo espera contar com receitas geradas por um novo programa de redução de gasto tributário em elaboração pela equipe econômica.

“Uma parte disso vai servir como fonte de compensação do novo programa (social)”, disse Funchal. Para o secretário, considerando os números descendentes da pandemia, a expectativa é que o auxílio emergencial, que vence em outubro, não seja renovado e que o governo procure buscar uma solução mais estrutural para seu programa social.

Além disso, na quarta o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin decidiu arquivar ação apresentada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) que pedia a anulação de artigo do regimento interno da corte que permite a instauração de inquéritos de ofício, ou seja, sem um pedido do Ministério Público Federal, como no caso do inquérito das fake news.

O tribunal baseou-se no regimento para iniciar, ainda em 2019, o inquérito para apurar as notícias falsas, ameaças e ataques à Corte, a seus integrantes e a familiares.

O dispositivo utilizado determina que “ocorrendo infração à lei penal na sede ou dependência do Tribunal, o presidente instaurará inquérito, se envolver autoridade ou pessoa sujeita à sua jurisdição, ou delegará esta atribuição a outro ministro”.

Neste ano, em agosto, o relator do processo, ministro Alexandre de Moraes, incluiu o presidente Jair Bolsonaro como investigado, a partir de uma notícia-crime encaminhada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Também na quarta, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) rejeitou o pedido de impeachment feito pelo presidente Bolsonaro na sexta-feira contra Moraes. Na quarta, Pacheco havia recebido parecer da Advocacia-Geral do Senado considerando o pedido improcedente por conta de aspectos jurídicos e políticos. Em pronunciamento, o presidente do Senado afirmou:

“Como presidente do Senado, determinei a rejeição da denúncia e o arquivamento do processo de impeachment. Esse é o aspecto jurídico. Mas há também um aspecto importante que é a preservação de algo fundamental que é a separação dos poderes, e a necessidade de que a independência dos poderes seja garantida e que haja a relação mais harmoniosa possível.”

Além disso, durante participação no lançamento da Frente Parlamentar do Empreendedorismo na quarta, o ministro da Economia, Paulo Guedes comentou a alta de preços da energia, ocasionada por conta da crise hídrica, que afeta os reservatórios e leva ao acionamento mais recorrente de termelétricas. Isso encarece o custo da energia.

“Se ano passado que era um caos, nos organizamos e atravessamos, por que vamos ter medo agora? Qual é o problema agora que a energia vai ficar um pouco mais cara porque choveu menos?”, disse Guedes.

De acordo com informações da agência Reuters, o governo brasileiro tem meta de obter redução de 10% na carga total de eletricidade do país com planos de redução voluntária do consumo de energia, em momento em que o país lida para afastar riscos de racionamento.

A expectativa é conseguir redução de cerca de 7.000 MW na carga de energia com as medidas, que incluem incentivos a cortes voluntários no consumo nos mercados livre e regulado, segundo a fonte, que falou na condição de anonimato à Reuters. Há ainda ações para cortar o consumo de eletricidade em prédios públicos.

Na quarta, o Ministério de Minas e Energia informou que governo federal publicou um decreto que estabelece medidas para redução do consumo de energia elétrica em prédios públicos, com o objetivo de economizar de 10% a 20% de energia elétrica na administração pública federal.

Também na quarta, a secretária do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), Martha Seillier, afirmou que o governo incluiu mais 18 ativos para privatizações ou concessões à iniciativa privada. Entre os ativos para privatização estão o Porto de São Sebastião (SP), imóveis do Serpro, da Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa) e da Empresa Gestora de Ativos (Emgea).

Nas concessões entraram 8 arrendamentos portuários: Santos (SP), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e Ilhéus (BA), Porto Alegre (RS), Mucuripe (CE) e Itaqui (MA). O plano também prevê agora a relicitação da concessão da rodovia BR-060/153/262/DF/GO/MG, entre o Distrito Federal, Goiás e Minas Gerais.

Já o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) adiou para a quinta-feira a continuidade do julgamento de ação movida pelo PT e pelo PSOL que questiona lei aprovada pelo Congresso Nacional que instituiu a autonomia do Banco Central.

Nesta quarta-feira, apenas os ministros Ricardo Lewandowski, relator do caso, e Luís Roberto Barroso, repetiram na sessão os votos que já tinha apresentado no plenário virtual.

O julgamento –que ocorre num momento em que o país passa por estresse inflacionário– será retomado na quinta com ainda oito ministros a votar, começando por Nunes Marques, indicado pelo presidente Jair Bolsonaro.

Radar corporativo

O noticiário corporativo tem como destaque o noticiário de venda de refinaria pela Petrobras, enquanto Vibra Energia anunciou pagamento de proventos. Confira abaixo:

Petrobras (PETR3;PETR4)

A Petrobras comunicou a venda da Isaac Sabbá (REMAN) por US$ 189,5 milhões para a Ream Participações, dos sócios da Atem’s Distribuidora de Petróleo.

A Petrobras também buscou vender a Refinaria de Abreu e Lima. Porém, de acordo com a empresa, os interessados não apresentaram propostas. A Petrobras comunicou que está encerrando o processo de venda para avaliar os “próximos passos”.

Vibra Energia (BRDT3)

A Vibra, ex-BR Distribuidora, realizará em 31 de agosto de 2021 o pagamento da segunda parcela referente à remuneração aos acionistas sob forma de dividendos, aprovados na última AGO, relativos ao exercício de 2020. O valor total dos dividendos a serem pagos no dia 31 de agosto de 2021 será de R$ 721,73 milhões (ou R$ 0,61951576215 por ação) dos quais cerca de R$ 707 milhões (R$ 0,60693556505) de principal e cerca  R$ 14,65 milhões (R$ 0,01258019711 por ação) de atualização monetária.

Farão jus aos dividendos os acionistas na posição acionária do dia 15 de abril de 2021 (inclusive). As ações da companhia passaram a ser negociadas ex-dividendos a partir de 16 de abril de 2021. Sobre o valor da atualização monetária haverá incidência de imposto de renda, excetuando-se os acionistas imunes e isentos.

“Vale destacar que em de 2021 já foram pagos Juros sobre capital próprio e dividendos no valor total de cerca de R$ 1,6 bilhão (R$ 1,37817085499 por ação), que somados a esta última parcela perfazem um valor total distribuídos aos acionistas de R$ 2,327 bilhões (R$ 1,99768661714), referente ao exercício 2020.

Santander Brasil (SANB11)

Em entrevista à agência Reuters, o superintendente da Santander Financiamentos, Marcio Giovannini, afirmou que o Santander Brasil (SANB11) está ampliando parcerias com varejistas em segmentos de crescimento acelerado para tentar acelerar sua carteira de financiamento ao consumo, no momento em que o país começa a sair da recessão provocada pela pandemia.

Desde dezembro passado, o banco elevou de 9 para 15 os segmentos em que atua no crédito ao consumo em parcerias com redes, passando a financiar desde a compra de equipamentos agrícolas e painéis solares a tratamentos odontológicos, passando por móveis e decoração.

Eletrobras (ELET3;ELET6)

Os investimentos nas obras da usina nuclear de Angra 3 desde dezembro de 2020 até 2023 deverão somar R$ 6 bilhões, apontou em apresentação nesta quarta-feira a Eletronuclear, subsidiária da estatal Eletrobras (ELET3). Segundo a diretora financeira da Eletrobras, Elvira Presta, os aportes para a usina, que deverá funcionar em 2026, mostram o compromisso da companhia em finalizar o empreendimento.

(com Reuters e Estadão Conteúdo)

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